
In Brazil, airspace is managed by the Department of Airspace Control (DECEA), which is part of the Brazilian Air Force
Unlike the United States, where the FAA divides space into classes A through G with specific rules for each, Brazil uses a simpler approach for drones (called RPAS – Remotely Piloted Aircraft Systems). The focus is on safety, registration, and prior authorization for flights. The National Civil Aviation Agency (ANAC) handles the registration and certification of aircraft and pilots, while ANATEL approves radio equipment. Understanding these rules is essential to avoid fines, which can be substantial, or even criminal action in serious cases.
The main rules come from ANAC’s Special Civil Aviation Regulation No. 94 (RBAC-E No. 94) and DECEA’s Brazilian Air Force Command Instruction (ICA) 100-40. They apply to drones over 250g, which must be registered. Light drones (up to 250g) have fewer requirements but still must adhere to basic safety limits.Drone Classification (RPAs)
Drones are divided into classes based on their maximum takeoff weight (MTOW), which defines the operating rules:
– Class 1: Over 150 kg. Requires a special license, aeronautical medical certificate (CMA), and strict ANAC approvals. Used in industrial or military operations.
– Class 2: From 25 kg to 150 kg. Requires a pilot license, CMA, and detailed ANAC registration. Common in agriculture or large inspections.
– Class 3: Up to 25 kg (most common drones). Simple registration with ANAC via SISANT (Unmanned Aircraft System). For flights up to 120 m (400 ft), no additional license is required, but registration is required.
For everyone: Pilots must be at least 18 years old. Autonomous operations (without remote control) are prohibited.
Regras Gerais de Operação
– Altura máxima: 120 metros (400 pés) acima do solo, em linha de visão visual (VLOS – o piloto deve ver o drone o tempo todo).
– Distância de pessoas: Pelo menos 30 metros de quem não autorizou o voo (exceto em áreas confinadas).
– Proibições básicas: Não voe sobre multidões, perto de aviões/helicópteros, em áreas urbanas densas sem permissão, ou acima de 120m sem autorização especial.
Sempre evite colisões – drones devem ceder espaço para aeronaves tripuladas.
– Horários: Dia claro, com boa visibilidade.
Noite ou baixa visibilidade exige aprovação extra.
– Seguro: Obrigatório para drones acima de 250g, cobrindo danos a terceiros.
Para integração com aviões: Use visão direta (VLOS), tecnologias de detecção (como apps de geofencing) e sempre priorize aeronaves tripuladas.
O DECEA monitora o tráfego para evitar riscos.
Autorizações para Voo (Equivalente ao LAANC nos EUA)
No Brasil, não há um sistema em tempo real como o LAANC (que aprova voos em minutos nos EUA).
Em vez disso, use o SARPAS (Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS), do DECEA.
É online e obrigatório para voos em áreas controladas (próximas a aeroportos ou cidades).
Para drones classe 3 em áreas rurais não controladas e até 60m, pode ser dispensado.
Passos para solicitar:
1. Cadastre o drone e o piloto no SISANT da ANAC (receba um número de registro).
2. Homologue o equipamento na ANATEL (para rádio e frequências).
3. Acesse o SARPAS no site do DECEA (www.decea.mil.br/drone), crie uma conta com CPF ou CNPJ.#Y#
4. Envie o pedido com detalhes: local, data, hora, altura e tipo de voo (VLOS ou estendido – EVLOS, com observadores).
5. Aguarde aprovação (pode levar dias; para emergências, como segurança pública, é mais rápido).
Para voos BVLOS (além da visão), precisa de Certificado de Aeronavegabilidade (CAER) da ANAC e aprovação especial.
Ãreas Restritas e Proibidas
O espaço aéreo não tem “classes” como nos EUA, mas é dividido em áreas controladas pelo DECEA (próximas a aeroportos, bases militares).
Ãreas proibidas incluem:
– Aeroportos e helipontos: MÃnimo 5,2 km de distância (ou mais, dependendo da altura).
– Zonas militares, usinas nucleares ou fronteiras.
– Eventos públicos, desastres ou áreas sensÃveis (ex: presidência).
Para sobrevoo nessas áreas, solicite exceção via SARPAS.
Restrições Temporárias de Voo (Equivalente às TFRs nos EUA)
No Brasil, chamadas de Restrições Temporárias de Voo ou Notificações de Operações Especiais (NOTAMs), são limitações temporárias para proteger pessoas, eventos ou operações.
Exemplos:
– Grandes eventos (Carnaval, Jogos OlÃmpicos).
– Desastres naturais (incêndios, enchentes).
– Visitas presidenciais ou operações de segurança.
– Lançamentos espaciais ou testes militares.
Como checar: Antes de cada voo, consulte o SARPAS ou o site do DECEA para NOTAMs.
Voar em área com restrição sem permissão é ilegal e pode resultar em apreensão do drone, multas (até R$ 10 mil) ou prisão (se colocar aviões em risco).
Use apps como o “Drone Brasil” ou o portal do DECEA para alertas.
Dicas para uma Operação Segura
– Monitore sempre: Use apps para checar tráfego aéreo (ex: Flightradar24) e restrições.
– Documentos obrigatórios: Leve registro ANAC, homologação ANATEL e autorização DECEA em todo voo.
– Fique atualizado: Regras mudam; confira sites oficiais (ANAC, DECEA).
Para agricultura, há simplificações recentes (sem limite de peso para pulverização).
– Penalidades: Multas da ANAC/DECEA, além de ações civis ou penais (Código Brasileiro de Aeronáutica).
Em 2023, o número de drones registrados subiu 40%, então a fiscalização aumentou.
Perguntas Frequentes
1. Preciso de autorização para todo voo?
Não para drones leves (até 250g) em áreas rurais abertas e até 60m, em VLOS.
Mas para classe 3 acima disso, ou perto de cidades/aeroportos, sim – use SARPAS.
2. Como obter autorização rápida?
Pelo SARPAS online.
Para órgãos públicos (polÃcia, defesa civil), é priorizado.
Privados esperam 3-7 dias em média.
3. O que acontece se eu violar uma restrição temporária?
Pode ser multado, ter o drone confiscado e responder criminalmente se houver risco a aviões ou pessoas.
Sempre cheque NOTAMs antes de voar.
Para mais detalhes, acesse o Portal Drone do DECEA (www.decea.mil.br/drone) ou o site da ANAC (www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/drones).
Voe com responsabilidade – o céu é de todos!
Published in 10/15/2025 13h19
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